Diego Moura Artista Plástico

Nascido no dia 23 de agosto de 1989, no Rio de Janeiro, o artista plástico e digitalista Diego Moura é autodidata. Aos 8 anos, já buscava no universo colorido dos desenhos animados, sobre tudo nos orientais, a inspiração para os seus primeiros traços.

Naquele momento, ele não imaginava, mas começava ali a sua relação com o mundo digital. Com uma velha fita VHS, ele gravava os desenhos que passavam na tv para e posteriormente pausar as imagens e as copia-las para os seus cadernos escolares.

A impulsividade da adolescência e a chegada do primeiro computador em sua casa, lá pelos anos 2000, coincidiram com a enxurrada de conteúdo pop estrangeiro que passou a pautar a vida dos jovens.

Diego, claro, bebeu disso. E a sua válvula para despejar essa influência, novamente, veio do digital. Usando um programa básico de desenhos, o Paint, criava personagens de filmes, cantores e até objetos passavam a ser produzidos por ele virtualmente.

2011

Diego passou para faculdade de design, fez estágios em empresas do ramo e de forma concomitante estudou fotografia. O que lhe ajudou a aguçar o seu olhar para as cores, formas e principalmente para o ser humano.

2015

Em novembro, depois de visitar a exposição do pintor surrealista Juan Miró, o artista, que trazia em sua bagagem o mundo fantasioso dos desenhos e o seu olhar apaixonado pela complexidade do indivíduo de carne e osso, lançou mão dessas referências para desenvolver criaturas com olhos e bocas que saltavam de suas faces. Diego deixa claro: sempre bebeu da estética surrealista, cubista e do popart.

2016

Em outubro, Diego pintou um quadro inspirado na cantora norte americana Lady Gaga, que para a surpresa dele acabou manifestando interesse através de seu Twitter pelo seu trabalho. A atitude da estrela internacional fez com que o artista ganhasse ainda mais projeção nas redes sociais. No Instagram, sua principal fonte de interação, outras celebridades podem ser vistas pelos traços do artista. A primeira exposição de Diego, também aconteceu em 2016. Convidado pelo São Gonçalo Shopping, o artista expos por três meses, para mais de 10 mil pessoas, suas 20 primeiras obras em formato orgânico e outras dezenas de artes digitais.

2017

Diego contabilizou 15 quadros vendidos – o primeiro “Preta Poder, 40x40cm” e o último, o da “Amy Whinehouse,70x50cm” que foi para um comprador de Délhi, na Índia.

2018

Em maio, Moura recebeu o convite para expor seus quadros na Galeria La Salle, como parte da 16ª Semana de Museus. A iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Em outubro, Diego levou sua exposição para o Santa Cruz Shopping.

2019

No início de ano, executou um projeto das produtoras Mynd8 e Music2, situadas em São Paulo, no qual produziu 20 obras inspiradas nos cantores pops Brasileiros. Todos levaram sua assinatura. Em agosto, recebeu o convite para levar a exposição para o Shopping Campo Limpo, em São Paulo. Pela primeira vez foi levado ao público telas grandes como a “Homem do Brooklyn”, de 2 metros criada em New York.

2020

Parte do acervo de obras do artista foram incluídas na exposição “Brasilidade”, em cartaz na Vogue Gallery Brasil, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Entre os exemplares, destaque para a tela “O caçador”. Em março, Moura recebeu o convite para retornar à Galeria La Salle, em Niterói apresentando ao público a exposição “Um Dedo de Arte: o mundo pop, surreal e digital. O sucesso da mostra fez o com que o artista recebesse o convite para expor em Barcelona, na Espanha. Recluso em sua casa devido a pandemia do coronavírus, o artista tem se dedicado na criação de um aplicativo educativo de arte voltado para o público infantil.